F1: Ocon recebe apoio da FIA depois de ameaças após GP da China

Esteban Ocon, piloto da Haas, recebeu apoio direto da FIA após se tornar alvo de ameaças de morte e ataques nas redes sociais, depois do GP da China de Fórmula 1, em Xangai. A situação ocorreu após um incidente na pista envolvendo o francês e Franco Colapinto, da Alpine, durante a sequência inicial de curvas, quando Ocon tocou a traseira direita do carro do argentino, fazendo ambos perderem o controle e rodarem. O francês assumiu a culpa pelo erro e pediu desculpas a Colapinto, que aceitou imediatamente, mas isso não impediu que Ocon fosse bombardeado com comentários hostis, muitos contendo ameaças físicas e até de morte. Segundo a FIA, os ataques vieram principalmente de uma pequena, porém vocal, parcela da torcida argentina de Colapinto. Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, escreveu uma carta a Ocon em nome da iniciativa United Against Online Abuse (UAOA), que busca reduzir o assédio digital no automobilismo. Um porta-voz da FIA reforçou: “Desrespeito, assédio e ódio não têm lugar no esporte, e pedimos aos fãs que tratem todos com respeito. Por meio da iniciativa UAOA, continuaremos fortalecendo as proteções e parcerias necessárias para proteger os competidores e toda a comunidade do automobilismo”. [caption id="attachment_405074" align="alignnone" width="2000"] Foto: XPB Images[/caption] O incidente envolvendo Ocon é o mais recente de uma série de casos de toxicidade online na Fórmula 1, lembrando ataques sofridos por Kimi Antonelli após o GP do Catar no ano passado e outros pilotos como Yuki Tsunoda e Jack Doohan, que também foram hostilizados. Em resposta a abusos anteriores, a FIA recebeu financiamento da União Europeia para pesquisas sobre assédio online e estabeleceu parcerias com entidades esportivas para combater o problema. A situação evidencia como pequenos erros na pista, podem gerar uma avalanche de críticas desproporcionais e destaca a necessidade de ações firmes contra o assédio digital no esporte.

F1: Ocon recebe apoio da FIA depois de ameaças após GP da China

MONTMELO, SPAIN - JANUARY 26: Esteban Ocon of France and Haas F1 looks on in the Paddock during day one of F1 Testing at Circuit de Catalunya on January 26, 2026 in Montmelo, Spain. (Photo by Guido De Bortoli/LAT Images)

Esteban Ocon, piloto da Haas, recebeu apoio direto da FIA após se tornar alvo de ameaças de morte e ataques nas redes sociais, depois do GP da China de Fórmula 1, em Xangai. A situação ocorreu após um incidente na pista envolvendo o francês e Franco Colapinto, da Alpine, durante a sequência inicial de curvas, quando Ocon tocou a traseira direita do carro do argentino, fazendo ambos perderem o controle e rodarem. O francês assumiu a culpa pelo erro e pediu desculpas a Colapinto, que aceitou imediatamente, mas isso não impediu que Ocon fosse bombardeado com comentários hostis, muitos contendo ameaças físicas e até de morte. Segundo a FIA, os ataques vieram principalmente de uma pequena, porém vocal, parcela da torcida argentina de Colapinto. Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, escreveu uma carta a Ocon em nome da iniciativa United Against Online Abuse (UAOA), que busca reduzir o assédio digital no automobilismo. Um porta-voz da FIA reforçou: “Desrespeito, assédio e ódio não têm lugar no esporte, e pedimos aos fãs que tratem todos com respeito. Por meio da iniciativa UAOA, continuaremos fortalecendo as proteções e parcerias necessárias para proteger os competidores e toda a comunidade do automobilismo”. [caption id="attachment_405074" align="alignnone" width="2000"] Foto: XPB Images[/caption] O incidente envolvendo Ocon é o mais recente de uma série de casos de toxicidade online na Fórmula 1, lembrando ataques sofridos por Kimi Antonelli após o GP do Catar no ano passado e outros pilotos como Yuki Tsunoda e Jack Doohan, que também foram hostilizados. Em resposta a abusos anteriores, a FIA recebeu financiamento da União Europeia para pesquisas sobre assédio online e estabeleceu parcerias com entidades esportivas para combater o problema. A situação evidencia como pequenos erros na pista, podem gerar uma avalanche de críticas desproporcionais e destaca a necessidade de ações firmes contra o assédio digital no esporte.